Quando se conhece alguém fora do seu círculo de amigos, em uma balada, ou em outro lugar qualquer, é o verdadeiro sem GPS, não há caminhos, não há reta e não sabemos as curvas.
Placas devem ser notadas, anotadas, caminhos pensados, mapas buscados.
Quando se sai com alguém que já é um amigo da turma, daquele grupo, você já sabe pelo menos algumas nuances, cores e até romances.
Sempre na busca do novo, do mistério ou do prêmio, o início é a fase de irmos com calma, segurando a alma, medindo as palavras.
O correto é sempre que começamos algo, buscarmos fazer o melhor, desenvolver o caminho, criar nosso ninho.
Quem sabe é a pessoa? Quem sabe não é a pessoa?
Ou quem sabe deveria ter sido e não foi a pessoa?
Quem sabe fomos nós e por isso, devemos continuar, sem GPS, sem roteiros, sem passado, mas melhorando no presente.
Elaine Ribeiro
quinta-feira, 28 de março de 2013
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