Um tema que nos enseja muita reflexão, é como se deve terminar um início de um grande amor.
Pode ser com cumplicidade, com amizade, com lágrimas, com acusações, com desprezo, com frieza e na ausência.
Mas com certeza , os caminhos certos ou errados devem ser encerrados.
Devemos aprender a deixar no silêncio a tristeza do que não evoluiu. Devemos a ter a certeza que se não evoluiu, é porque não era para ser vivido.
Foi quase bom, quase um sonho, quase seria único, mas se assim fosse, seria vivido, sentido, crescido, apaixonado, mantido, curtido e até compartilhado.
Os grandes amores sempre servem de exemplo, sempre causam um lamento, até dos próprios amigos.
Em geral alguém chega e relembra, poxa, diz, lembra do tempo que você estava com Fulano, ele era show, como era legal vocês juntos, que casal, pena que acabou...Alguns até perguntam se ia ter volta...Outros se surpreender e ainda chegam a dizer que não imaginavam vocês separados, ou então, tinha tudo haver, que pena.
Sim, um amor tem redes, faz redes sociais, encanta a família, encanta os amigos.
Por isso, quando encontramos alguém que podemos viver esse sonho, não é hora para medos, grilos, pé atrás, ser racional ou materialista. Os amores não vividos são mais amargos do que chorar os fins de grandes amores.
É comum ouvirmos quem já amou muito, teve algo intenso, suspirar de saudades, falar que nunca mais sentiu aquilo, que foi algo forte, louco e até bandido.
Logo, não se surpreenda, quando passar um tempo e você parar para se questionar se terminou de forma certa ou errada o início de um grande amor, também não se surpreenda quando bater daqui há uns anos uma certa saudade de algo que nunca se concretizou.
Aprendendo o caminho - Elaine Ribeiro
segunda-feira, 24 de junho de 2013
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